<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923761231945706605</id><updated>2012-02-27T20:28:35.319-08:00</updated><category term='Equilíbrio'/><category term='tibial posterior'/><category term='fisioterapia'/><category term='Qualidade'/><category term='pés chatos'/><category term='Doença'/><category term='joelho'/><category term='Saúde'/><category term='Pés planos'/><category term='Convênios'/><category term='Lombalgia'/><category term='Propriocepção'/><category term='Qualidade de vida'/><category term='LCA'/><category term='análise postural'/><category term='Coluna Lombar'/><category term='Power Balance'/><category term='Hérnia de Disco'/><title type='text'>Reabilite...Ação!</title><subtitle type='html'>Somos responsáveis pela nossa saúde!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Natália Folco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02670955478004003685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_GIKvYbUJI/AAAAAAAAAIM/m9HLplGxrPs/S220/formatura+med+007_editado.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923761231945706605.post-3796192076748294195</id><published>2012-02-21T16:28:00.001-08:00</published><updated>2012-02-24T14:06:06.975-08:00</updated><title type='text'>Como relaxar depois dos exercícios?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;Matéria publicada na Revista WRun: Corrida para Mulheres&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;a href="http://wrun.terra.com.br/integra.php?id=583"&gt;http://wrun.terra.com.br/integra.php?id=583&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;8 sugestões que ajudam o corpo após os esforços da corrida&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;Depois de um treino, nada melhor do que dedicar um momento ao relaxamento para recuperar a energia. A liberação de hormônios durante o exercício físico pode causar euforia e o ideal é buscar formas de amenizar essa sensação para conquistar o máximo de bem-estar. Confira algumas técnicas que podem ajudar:&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-I2mNnyd6_qc/T0gJtjY__ZI/AAAAAAAAARU/BqcMvNUVjK8/s1600/meditacao-20120214-143231.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="224" src="http://3.bp.blogspot.com/-I2mNnyd6_qc/T0gJtjY__ZI/AAAAAAAAARU/BqcMvNUVjK8/s320/meditacao-20120214-143231.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://wrun.terra.com.br/upload/materia/meditacao-20120214-143231.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;1. Alongamento:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;quando realizado logo após a atividade, de maneira lenta e contínua, têm a função de relaxar os músculos. Também melhora a flexibilidade, a circulação sanguínea e a postura. Cada posição deve ser mantida por pelo menos 20s. Se sentir necessidade de prender a respiração durante o alongamento, é sinal de que o corpo não está completamente relaxado. É importante que você esteja confortável durante o movimento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;strong&gt;2. Massagem:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;é ideal para ser realizada nas regiões que permanecem mais tensas. Você pode optar por uma massagem relaxante, esportiva ou mesmo uma automassagem. Quando feita suavemente, melhora a oxigenação dos tecidos e ameniza dores musculares. Ela pode ser feita manualmente com o auxilio de cremes ou rolando bolinhas terapêuticas sobre a musculatura em pressão suave. Outra opção é utilizar uma pedra de gelo diretamente em contato com a pele, fazendo movimentos circulares até ela derreter.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;strong&gt;3. Watsu:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;técnica de relaxamento que envolve movimentos de alongamentos em água aquecida. Entre os benefícios estão melhora da mobilidade articular, circulação sanguínea e fatiga muscular. Por trazer sensação de bem-estar, esta atividade é recomendada para indivíduos com depressão.&amp;nbsp; Indica-se realizá-la de uma a duas vezes por semana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;strong&gt;4. Yoga:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;proporciona equilíbrio mental e físico, pois inclui técnicas de relaxamento e respiração que trazem benefícios para o sistema nervoso central e para os órgãos vitais. Além disso, a yoga também promove maior flexibilidade muscular e mobilidade das articulações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;strong&gt;5. Acupuntura:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;a terapia originária da medicina chinesa promete trazer equilíbrio físico e mental ao restabelecer o fluxo de energia. De acordo com a modalidade praticada, existem pontos específicos que são priorizados com a intenção de otimizar os resultados. Ao complementar os treinos, a acupuntura traz fortalecimento muscular, estimula a reconstituição dos tecidos e aumenta a concentração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;strong&gt;6. Meditação:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;ao esvaziar a mente, o bem-estar também irá acalmar o corpo. Recomenda-se sentar com a coluna ereta, as pernas cruzadas e as mãos apoiadas nas pernas. Em seguida, afastar todos os pensamentos ao recitar mantras ou se concentrar totalmente na respiração. O tempo de permanência irá variar conforme o empenho de cada um, mas é possível incentivar a concentração e a disposição. Esse estado de profundo relaxamento ajuda o organismo a retornar as funções fisiológicas ao repouso – como músculos e freqüência cardíaca.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;strong&gt;7. Exercícios respiratórios:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;através de variações da inspiração e expiração, os músculos podem relaxar mais facilmente e as funções fisiológicas voltam ao repouso. Uma das técnicas envolve respirar apenas pelas narinas, sendo que a expiração tem que durar o dobro da inspiração. Outro exemplo também inclui movimentos com o corpo: elevar os braços e levar a cabeça para trás ao inspirar e abaixar a cabeça e os braços ao expirar. A partir de cinco minutos já é possível notar os resultados, mas o ideal é praticar os exercícios por 15 minutos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;strong&gt;8. Caminhada:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;as adeptas da corrida já podem diminuir o cansaço do corpo apenas com uma caminhada após o treino. Isso ocorre devido a ação relaxante provocada na musculatura que mantém a circulação sanguínea regulada e favorece a oxigenação dos tecidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;Fontes: Ademir Paulino, diretor-técnico de assessoria esportiva homônima; &lt;b&gt;Natália Folco, fisioterapeuta e osteopata&lt;/b&gt;, eTatiana Abreu, fisioterapeuta da Fisiorun.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923761231945706605-3796192076748294195?l=reabiliteacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/feeds/3796192076748294195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2012/02/como-relaxar-depois-dos-exercicios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/3796192076748294195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/3796192076748294195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2012/02/como-relaxar-depois-dos-exercicios.html' title='Como relaxar depois dos exercícios?'/><author><name>Natália Folco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02670955478004003685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_GIKvYbUJI/AAAAAAAAAIM/m9HLplGxrPs/S220/formatura+med+007_editado.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-I2mNnyd6_qc/T0gJtjY__ZI/AAAAAAAAARU/BqcMvNUVjK8/s72-c/meditacao-20120214-143231.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923761231945706605.post-6079965123004164157</id><published>2012-01-16T00:00:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T05:17:16.957-08:00</updated><title type='text'>Estresse nosso de cada dia! Estímulo vital.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-bK4Y1kCf1qk/TxOa264MQZI/AAAAAAAAAQ0/pL9ijt2JeGs/s1600/images5.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kba="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-bK4Y1kCf1qk/TxOa264MQZI/AAAAAAAAAQ0/pL9ijt2JeGs/s1600/images5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;﻿ &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;﻿ &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt; E quem disse que o estresse é ruim?? Ruim é a manutenção dele, mas o estresse, como efeito fisiológico (normal) do nosso corpo, é benéfico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O estresse, como um mecanismo de defesa altamente capaz, gerado pelo nosso cérebro, imediatamente após o agente estressor,&amp;nbsp;aguça os nossos sentidos, aumenta a energia e atenção do indivíduo, aumenta a força muscular (a tensão muscular é&amp;nbsp;uma espécie de pré-contração da musculatura), e aumenta a imunidade, além de liberar adrenalina (substância analgésica&lt;span style="color: #cc0000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;altamente potente).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o estresse é o "Mal do Século", atingindo em torno de 9 a cada 10 indivíduos atualmente. Um número assustador, principalmente se considerarmos o estresse como sendo um dos principais causadores de doenças geradas pelo excesso de tecnologia. Tivemos, na evolução humana, um tempo muito curto para nos adaptarmos à todos estes avanços tecnológicos. Se colocarmos numa escala, o tempo de 3.3 milhões de anos, desde o autralophitecus até o homo sapiens de hoje, num período de um ano, o avanço tecnológico dos últimos tempos corresponderiam a apenas 15 segundos, ou seja, estressante para a nossa adaptação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De acordo com o médico canadense Hans Selye, &lt;em&gt;"&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;o estresse é o resultado do homem criar uma civilização, que, ele, o próprio homem não mais consegue suportar"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, frase dita já em 1988.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nos tempos dos nossos ancestrais, o estresse ocorria ao vermos um animal feroz, ou ao caçar um animal, onde deveríamos lutar ou fugir, e após essa atividade, havia o gasto energético, o retorno das funções fisiológicas à normalidade, e o descanso merecido do indivíduo. Também havia o estresse de ter de transpor obstáculos geográficos para conquistar alguns territórios. Porém hoje, os animais que nos ameaçam são outros, mas&amp;nbsp;a nossa função fisiológica não mudou muito com relação às respostas do corpo diante de uma ameaça à vida, ou seja, vemos um animal feroz (trânsito, ladrão, pouco tempo para muito trabalho, conflitos internos, etc), temos uma mudança corporal para combater este agente, mas não gastamos essa energia, sendo assim,&amp;nbsp;não há o retorno das nossas funções, e continuamos estressados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Tecnicamente falando, a percepão do perigo é realizado pelo córtex (camada mais externa do cérebro), mas diversos neurônios de outras áreas (inclusive áreas relacionadas&amp;nbsp;à memória e às&amp;nbsp;emoções) ajudam a interpretar esse estímulo. Esta área das emoções (sistema límbico) controla as funções dos nossos órgãos internos (sistema visceral) através do sistema nervoso autônomo (principalmente pela amígdala e hipotálamo). Como o hipotálamo coordena a hipófise, que por sua vez, libera o hormônio ACTH, este irá atuar nas glândulas adrenais (ficam sobre os rins), que provocam a liberação de costicosteróides, alterando a imunidade. Ou seja, o estresse atinge todo o corpo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As mudanças básicas que ocorrem durante o estresse, imadiatamente após o agente estressor são:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Aumento da frequência cardíaca e respiratória,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Aumento da pressão arterial, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Dilatação das pupilas e brônquios dos pulmões,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Tensão muscular aumentada, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Sudorese,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Constrição (contração) dos vasos sanguíneos periféricos,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Elevação da taxa de açúcar no sangue (explica o alto índice de diabetes melitus em indivíduos estressados constantemente), &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; -&amp;nbsp;Liberação de adrenalina (potente analgésico, que, voltando aos nossos ancestrais, serviria para continuar lutando ou fugir,&amp;nbsp;mesmo com ferimentos)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #4f81bd;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Existem 3 fases do estresse, ainda que de difícil separação na prática clínica, sendo elas:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Fase 1) Estado de alerta: há aumento de tensão muscular, e sudorese, insônia, aumento da frenquência cardíaca e respiratória, problemas estomacais leves.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Fase 2) Fase de Resistência: onde há problemas de memória, alteração do apetite (pra mais ou pra menos), complicações estomacais, hiperatividade, dificuldade de concentração, dores de cabeça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Fase 3) Fase de Exaustão: podem haver úlceras estomacais moderadas a graves, problemas de pele como dermatite, psoríase, sensaçãod e sufocamento, necessidade de fuga, angústia, ansiedade, depressão, e doenças diversas, como hipertensão grave e diabetes, além do agravamento de sintomas iniciais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nosso corpo estressado, utiliza apenas 10% da capacidade respiratória, apenas 1/3 da mobilidade de nossas articulações (aparente falta de alongamento pode já ser um sintoma de estresse crônico), e apenas 20% da força dos nossos músculos. O nosso corpo tem muito mais potencial do que podemos imaginar!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os agentes estressores mais constantes em nossas vidas, não são fatores externos (como o próprio trânsito, falta de tempo x excesso de trabalho, etc) e sim a nossa percepção e auto-cobrança com relação à tudo o que passamos no nosso dia-a-dia. O excesso de auto-crítica é o nosso pior chefe (e ele trabalha 24hs por dia). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Manter a mente tranquila por meio de práticas de atividade física, meditação, lazer, entre outros fatores, é o que determina se seremos indivíduos cronicamente estressados ou não. Podemos escolher o que fazer com a nossa carga de adrenalina, que é boa, se bem utilizada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Vamos escolher o melhor caminho pra 2012? Shall we?&amp;nbsp; :)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ft. Natália Folco Scodeler&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 4pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Lucida Sans Unicode'; font-size: 24pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="direction: ltr; language: pt-BR; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0.4in; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: -0.28in; text-justify: inter-ideograph; unicode-bidi: embed; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923761231945706605-6079965123004164157?l=reabiliteacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/feeds/6079965123004164157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2011/11/estresse-nosso-de-cada-dia-estimulo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/6079965123004164157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/6079965123004164157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2011/11/estresse-nosso-de-cada-dia-estimulo.html' title='Estresse nosso de cada dia! Estímulo vital.'/><author><name>Natália Folco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02670955478004003685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_GIKvYbUJI/AAAAAAAAAIM/m9HLplGxrPs/S220/formatura+med+007_editado.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-bK4Y1kCf1qk/TxOa264MQZI/AAAAAAAAAQ0/pL9ijt2JeGs/s72-c/images5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923761231945706605.post-466774396359427779</id><published>2011-11-23T20:02:00.000-08:00</published><updated>2011-11-23T14:06:23.615-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doença'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Qualidade de vida'/><title type='text'>PORQUÊ FIQUEI DOENTE?</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A doença (do latim dolentia, padecimento) é caracterizada por um distúrbio das funções de um órgão, da psique ou do organismo como um todo, desenvolvendo assim, sintomas específicos para cada patologia. Pode ser causada por diversos fatores, sendo eles externos, por meio de infecções causadas por microorganismos,&amp;nbsp;ou lesões externas, por fatores internos, como as doenças autoimunes (como o Lúpus, Artrite Reumatóide, etc) ou pela simples perda da homeostasia.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FCEPB7peYHA/Ts1t7VuLQTI/AAAAAAAAAPs/atxtxrpGn80/s1600/mente.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-FCEPB7peYHA/Ts1t7VuLQTI/AAAAAAAAAPs/atxtxrpGn80/s320/mente.JPG" width="247" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A homeostasia, nada mais é do que &lt;span style="font-size: small;"&gt;a propriedade auto-reguladora de um sistema, ou organismo, que permite manter o estado de equilíbrio de suas variáveis físico-químicas essenciais ou de seu meio ambiente (Claude &lt;span style="font-size: small;"&gt;Bernard).&lt;/span&gt; Diversos fatores podem&amp;nbsp;interferir na homeostase do corpo, podendo estar relacionados a desequilíbrios na vida emocional, social, afetiva, imunológica, energética,&amp;nbsp;espiritual (no sentido mais amplo da palavra, sem cunho religioso).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para cada um a doença aparece na tentativa de equilibrar uma deficiência, ou seja, se temos fraqueza muscular, significa que devemos fazer um certo repouso, se estamos com gastrite, esofagite, refluxo gastroesofágico, etc, precisamos rever nossa alimentação, e por aí vai. Existem ainda correlações emocionais com as regiões corporais, que ao longo dos anos, foi perdida a capacidade do ser humano de olhar&amp;nbsp;para as patologias de uma maneira mais simplista, sem grandes explicações científicas, deixando a intuição falar mais alto, e com a cura vinda de um simples chá.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estamos em um período de transição, em que as profissões da área da saúde visam o melhor tratamento para cada patologia, esquecendo que cada individuo possui experiências e percepções corporais diferentes. Nosso corpo se transforma a cada instante na tentativa de adaptações às nossas experiências diárias. Exemplo: Quando fazemos musculação, a hipertrofia nada mais é do que a adaptação do corpo à necessidade de fazer maior força.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Temos em nosso corpo todas as substâncias curativas necessárias para qualquer tipo de doença, porém não permitimos que essa cura aconteça por alguns bloqueios físicos ou psíquicos. Físicos, porque gerelmente, a dor aparece depois de adaptações consecutivas decorrentes da perda de mobilidade em alguma outra região (a causa do problema quase nunca está onde dói), e isso é mantido para nossa sobrevivência (sim, nosso corpo e mente sempre buscam a sobrevivência da melhor forma possível, de acordo com as nossas experiências de vida). Psíquicos, porque esta dor acaba se tornando necessária&amp;nbsp;de alguma maneira, seja ela para justificar fracassos (ex: inssucesso em uma prova esportiva, postergar início de alguma atividade física ou de trabalho indesejados - inconscientemente), ou para lembrá-lo que algo deve ser mudado em sua vida. Mas, não damos importância para o que nosso corpo diz, nem nossa intuição (hoje isto se tornou bobagem para um mundo tão tecnológico e dominado pela razão/egocentrismo).&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fomos, ao longo do tempo, fragmentados em perna, joelho, ombro, colunas, etc. Fomos divididos entre o que sentimos e o que pensamos, a mente separada do corpo, e a espiritualidade é misticismo (sem que saibamos o que isso sequer significa). Nosso olhar se tornou cada vez mais individual, e a saúde terceirizada para nossos profissionais de saúde. Nós somos responsáveis pelas nossas doenças e indisposições, sofremos interferências dos outros à medida da nossa permissão. Portanto, se criamos nossos problemas, cabe à nós fazermos por nós mesmo, com ajuda de profissionais.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Trabalhemos mais nossa intuição e energia, daimos mais ouvido ao que nosso corpo nos diz, mas para isso, deixemos nossos antigos padrões de doença de lado. Vamos abrir espaço ao velho que virou novo (a medicina iniciou em um processo intuitivo e de cura antes de virar o capitalismo que virou hoje, com raras exceções). Trabalhemos nossa mente (que é diferente de tomar um remédio para o cérebro, o cérebro é o motor da nossa mente, mas é ela quem comanda), que a cura acontecerá. Que caia o preconceito que existe sobre a psicoterapia, terapias alternativas, cura através das religiões, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso corpo/mente agradecem em um uníssono OBRIGADO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALOHA à todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natália Folco Scodeler&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923761231945706605-466774396359427779?l=reabiliteacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/feeds/466774396359427779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2010/07/porque-fiquei-doente.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/466774396359427779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/466774396359427779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2010/07/porque-fiquei-doente.html' title='PORQUÊ FIQUEI DOENTE?'/><author><name>Natália Folco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02670955478004003685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_GIKvYbUJI/AAAAAAAAAIM/m9HLplGxrPs/S220/formatura+med+007_editado.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-FCEPB7peYHA/Ts1t7VuLQTI/AAAAAAAAAPs/atxtxrpGn80/s72-c/mente.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923761231945706605.post-3137071447337525088</id><published>2011-10-14T09:49:00.000-07:00</published><updated>2011-10-14T09:49:38.997-07:00</updated><title type='text'>"Dor Psicológica Existe?" - Matéria W Run</title><content type='html'>&lt;span style="color: #073763;"&gt;Matéria disponível no site: &lt;a href="http://wrun.terra.com.br/integra.php?id=447"&gt;http://wrun.terra.com.br/integra.php?id=447&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #073763;"&gt;"Determinadas sensações podem ser apenas reflexos de insegurança&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-HNVZGzJ8QlI/Tphn_OxQrfI/AAAAAAAAAPY/zBMVKFfLgds/s1600/57306762mat-20111013-094207.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="224" oda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-HNVZGzJ8QlI/Tphn_OxQrfI/AAAAAAAAAPY/zBMVKFfLgds/s320/57306762mat-20111013-094207.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Para quem pratica atividades físicas, a dor é o sinal que o corpo fornece para avisar que algo não está certo – ou seja, é o momento de parar. No entanto, a mente também pode produzir sensações irreais decorrentes de uma fraqueza psicológica. Esse fenômeno é chamado de dor somática ou psicológica.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Instabilidade emocional – O psicólogo do esporte e presidente da Associação Paulista da Psicologia do Esporte João Ricardo Cozac afirma que baixa autoestima e ansiedade são alguns fatores que desencadeiam esse tipo de problema. E ele alerta que a dor psicológica indica que o emocional está prejudicado: “Pode ser a reedição de um incômodo já ocorrido ou uma área mais vulnerável. Também pode ser reflexo de uma fraqueza emocional sem resposta física real”.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Natália Folco Scodeler, fisioterapeuta da clínica Run&amp;amp;Care, explica que o cérebro interpreta estímulos de diversas partes do corpo o tempo inteiro. E, apesar de não haver lesão tecidual, algumas respostas desses estímulos podem provocar a sensação de dor. “A pessoa pode aumentar uma dor ou mantê-la por mais tempo que o necessário quando cria um vínculo afetivo com esse incômodo e ele passa a ser vantajoso ou necessário, inconsciente ou conscientemente”, afirma Natália.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O medo de retornar – A probabilidade desse tipo de dor surgir é ainda maior quando a esportista está retornando de uma lesão. Mesmo que a cicatrização esteja completa, existe uma insegurança que o problema volte e qualquer descontrole físico pode adquirir uma proporção maior. “Não se espante se uma pequena dor semelhante àquela que você já sentia surgir na região lesionada. É bem provável que seja um sinal que o cérebro produz no processo de recuperação”, diz Cozac.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;“Ao se recuperar de uma lesão, é importante que a pessoa vá se conscientizando da sua melhora. Faz parte do papel do fisioterapeuta e do médico mostrar que a lesão está superada para devolver a confiança naquela região do corpo que foi lesionada”, orienta Natália. A estabilidade adquirida nesse momento será determinante para prevenir a reincidência do problema e impedir o surgimento de dores sem fundamento.&lt;/div&gt;“Para saber se a dor que você está sentindo é real, a união entre a parte física e psicológica é fundamental. Por isso, é importante trabalhar com profissionais que cuidem dessas duas áreas”, recomenda Cozac. Daí surge a psicologia voltada para o esporte, que pretende ajudar a pessoa a melhorar no aspecto emocional e conhecer melhor os próprios limites."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923761231945706605-3137071447337525088?l=reabiliteacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/feeds/3137071447337525088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2011/10/dor-psicologica-existe-materia-w-run.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/3137071447337525088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/3137071447337525088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2011/10/dor-psicologica-existe-materia-w-run.html' title='&quot;Dor Psicológica Existe?&quot; - Matéria W Run'/><author><name>Natália Folco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02670955478004003685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_GIKvYbUJI/AAAAAAAAAIM/m9HLplGxrPs/S220/formatura+med+007_editado.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-HNVZGzJ8QlI/Tphn_OxQrfI/AAAAAAAAAPY/zBMVKFfLgds/s72-c/57306762mat-20111013-094207.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923761231945706605.post-6630045881625670352</id><published>2011-06-09T10:47:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T10:51:42.256-07:00</updated><title type='text'>CORREÇÃO DA POSTURA É POSSÍVEL!</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Uma das interessantes áres da fisioterapia é a posturologia, em que avaliamos o alinhamento da postura corporal, tendo como principais elementos de alterações posturais, alterações motoras dos músculos dos olhos (captores oculares), alterações ou adaptações dos pés (captores podais), e alterações de músculos que participam ou estão relacionados à mastigação (sistema manducatório). A nossa postura pode ser influenciada por estes três fatores, além de outros como a presença de cicatrizes, diminuição de mobilidade de alguns órgãos (que não é identificado em análise clinica e sim por um fisioterapeuta osteopata), hábitos posturais viciados (como a forma de sentar, prática intensa de esportes assimétricos, entre outros aspectos), a presença de uma perna mais curta do que a outra.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Todas essas alterações podem ser corrigidas ou amenizadas por:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;exercícios oculares&lt;/strong&gt; (no caso disfunções dos músculos oculares), que podem trazer dores de cabeça, fadiga nos olhos ao final do dia ou após tarefas longas, tensão cervical, dores unilaterais, podendo apresentar até dores nos joelhos indiretas.&lt;/li&gt;&lt;li style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;utilização de palmilhas feitas sob medida&lt;/strong&gt; por um fisioterapeuta posturólogo (não é de gel, e não se compra sem avaliação do paciente) para o caso de disfunções nos pés, &lt;/li&gt;&lt;li style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;técnicas viscerais,&lt;/strong&gt; feitas por um fisioterapeuta osteopata, para atuar na correção da falta&amp;nbsp;de mobilidade dos órgãos internos (como estômago, rins, intestino, e todos os outros),&amp;nbsp;evitando ou corrigindo assim, desvios posturais, dores em alguma região corporal, ou até sintomas de náuseas, irradiações do nervo ciático, tonturas, entre outros.&lt;/li&gt;&lt;li style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;correção da postura estática e dinâmica&lt;/strong&gt; com exercícios de estabilização segmentar e controle motor são empregados para a melhora da performance do atleta ou da realização de atividades sem dor, melhora da qualidade de movimento em atividades básicas diárias, como caminhar, sentar, correr, pedalar, etc.&lt;/li&gt;&lt;li style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;Melhora da aderência de cicatrizes, &lt;/strong&gt;feitas por meio de mobilizações manuais ou através de ventosas e outras técnicas, que permitem o alívio de sintomas diretos ou indiretos&amp;nbsp;causados por cicatrizes antigas ou recentes, podendo estas dificultar o processod e correção postural, se não tratada.&lt;/li&gt;&lt;li style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;Manobras de correção das articulações, &lt;/strong&gt;são mobilizações ou manipulações utilizadas para corrigir bloqueios nas articulações, por exemplo, em vértebras da coluna, e podem ser aplicadas em todas as articulações que apresentem bloqueios. Os bloqueios podem ser resultantes de movimentos inadequados realizados, ou movimentos repetitivos, ou por posturas inadequadas. São facilmente corrigidas pos um fisioterapeuta com domínio da terapia manual.&lt;/li&gt;&lt;li style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;Exercícios para músculos da mastigação, &lt;/strong&gt;auxiliam do melhor posicionamento da cabeça, redução de aperto dentário noturno, bruxismo, dores de cabeça, etc.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Com estes elementos avaliados e tratados, é possível ter o alívio ou provável desaparecimento dos sintomas, com melhora da qualidade de vida diária,&amp;nbsp;da performance em atividades esportivas e laborais, e até mesmo melhora da estética (reduzindo o aparente acúmulo de gordura da região abdominal).&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ub_sRlgEZh8/TfEGHlPq0_I/AAAAAAAAAN4/Kt51talqc6E/s1600/lado+E.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-ub_sRlgEZh8/TfEGHlPq0_I/AAAAAAAAAN4/Kt51talqc6E/s320/lado+E.JPG" t8="true" width="274" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Ei_vB831hPA/TfEGOvJh_-I/AAAAAAAAAN8/rSrPa60T-P8/s1600/vista+posterior.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-Ei_vB831hPA/TfEGOvJh_-I/AAAAAAAAAN8/rSrPa60T-P8/s320/vista+posterior.JPG" t8="true" width="304" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;Correção da postura feita em apenas uma sessão, mas o uso da palmilha deve ser feito contínuo por no mínimo 10 meses.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Boa postura à todos! =)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;----------Ft. Natália Folco&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923761231945706605-6630045881625670352?l=reabiliteacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/feeds/6630045881625670352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2011/06/correcao-da-postura-e-possivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/6630045881625670352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/6630045881625670352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2011/06/correcao-da-postura-e-possivel.html' title='CORREÇÃO DA POSTURA É POSSÍVEL!'/><author><name>Natália Folco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02670955478004003685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_GIKvYbUJI/AAAAAAAAAIM/m9HLplGxrPs/S220/formatura+med+007_editado.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ub_sRlgEZh8/TfEGHlPq0_I/AAAAAAAAAN4/Kt51talqc6E/s72-c/lado+E.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923761231945706605.post-563539665683586084</id><published>2011-01-04T17:25:00.000-08:00</published><updated>2011-01-31T18:40:44.093-08:00</updated><title type='text'>POWER BALANCE: o mito!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi revelada pelo fabricante das pulseiras Power Balance a seguinte nota:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Em nossas propagandas, nós afirmamos que os braceletes Power Balance melhoram seu vigor, equilíbrio e flexibilidade. Nós admitimos que não há provas científicas confiáveis que sustentem nossas afirmações, e portanto nós assumimos uma conduta enganosa, em violação da s52 do Trade Practices Act 1974”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Haveria um comunicado no site oficial &lt;a href="http://www.powerbalance.com/"&gt;http://www.powerbalance.com/&lt;/a&gt;, dizendo aos consumidores que se sentirem lesados pela propaganda enganosa, poderiam exigir reembolso do valor do produto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais uma promessa de milagre desmascarada, e bem rentável. Aguardamos o próximo sucesso empreendedor na área da saúde.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923761231945706605-563539665683586084?l=reabiliteacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/feeds/563539665683586084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2011/01/power-balance-um-mito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/563539665683586084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/563539665683586084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2011/01/power-balance-um-mito.html' title='POWER BALANCE: o mito!'/><author><name>Natália Folco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02670955478004003685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_GIKvYbUJI/AAAAAAAAAIM/m9HLplGxrPs/S220/formatura+med+007_editado.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923761231945706605.post-8596400321557449523</id><published>2010-10-19T10:59:00.000-07:00</published><updated>2010-10-24T10:05:46.394-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Power Balance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Equilíbrio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Propriocepção'/><title type='text'>POWER BALANCE: Auxílio real no equilíbrio?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/TL3dMkQMs9I/AAAAAAAAAM0/WdCiUsKv03A/s1600/power-balance-85381-1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5529819125440623570" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/TL3dMkQMs9I/AAAAAAAAAM0/WdCiUsKv03A/s320/power-balance-85381-1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A pulseira mais procurada atualmente, não é da H. Stern ou da Vivari, e sim, uma simples (em seu formato) pulseira de borracha, chamada Power Balance, que promete "milagres". Difícil quem nunca a viu por aí, mesmo porque está sendo comercializada até na 25 de Março (devendo-se desconfiar de sua autenticidade, claro).&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Teoria sobre seu funcionamento, publicada pelos revendedores:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"A Power Balance foi desenvolvida por um cientista da NASA e consiste num holograma quântico feito em uma frequência que entra em contato com o campo energético do nosso corpo, aumentando assim a eficiência dos sistemas físicos e orgânicos do corpo". Não há informação sobre o material contido no holograma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Milhares e milhares de pessoas já adquiriram sua pulseira (mais de 300.000 pessoas só na Espanha), com a esperança de melhorar deu equilíbrio e suas funções corporais, e grande maioria delas, realmente relatam efeitos positivos em seu uso. As opiniões são diversas, há quem diga que a melhora visível são nos primeiros dias de uso, outros não percebem diferenças, outros se surpreendem com o resultado. E assim, mais e mais pessoas acabam utilizando, principalmente porque mal, não irá fazer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Porém, um estudo conduzido na Faculdade de Ciências da Atividade Física e do Esporte da Universidade Politécnica de Madrid, na Espanha, concluiu que a pulseira Power Balance não possui efeito algum sobre o equilíbrio corporal, nem ao menos o efeito placebo. Neste estudo, finalizado em maio deste ano, 79 voluntários foram submetidos aos testes padronizados pela Power Balance, sendo feitos com a pulseira (com e sem holograma) e sem a mesma. O estudo foi considerado "duplo-cego", pois foram retirados os hologramas da metade das pulseiras (sendo cobertas para que não se soubesse quais o tinham). Os voluntários e os avaliadores não sabiam qual pulseira estava sendo utilizada no momento dos testes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados avaliados foram quantitativos, sendo obtidos por uma plataforma de força no solo, sendo realizada posteriormente, a análise estatística. O objetivo era avaliar se a pulseira com o holograma tinha efeito favorável sobre a sem holograma, e se as pulseiras tinham efeito sobre os indivíduos que não fizeram uso dela. Como resultado, não houve diferença alguma sobre nenhum grupo, ou seja, nem o efeito placebo (que justificaria seu uso) foi comprovado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Portanto pessoal, podemos ver que ainda não foi desta vez que descobriu-se milagres para o ganho de equilíbrio (o que já foi tentado há 30 anos atrás por pulseiras de prata), mas podemos perceber sim, que algumas pessoas sentem-se bem com seu uso, por provável efeito placebo. Se isto acontece com você, parabéns, sua mente é poderosa, continue acreditando no seu efeito, pois não irá lhe prejudicar. Se você ainda não comprou a sua, não precisa, acredite na sua força de equilíbrio interno, pense coisas boas, emita frequências positivas de energia, que terá efeitos superiores à pulseira de borracha!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não é uma crítica aos usuários, apenas informação para os interessados no assunto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acesse o estudo todo realizado na Espanha pelo site: &lt;a href="http://www.elpais.com/articulo/sociedad/estudio/concluye/pulsera/Power/Balance/mejora/equilibrio/elpepusoc/20100517elpepusoc_11/Tes"&gt;www.elpais.com/articulo/sociedad/estudio/concluye/pulsera/Power/Balance/mejora/equilibrio/elpepusoc/20100517elpepusoc_11/Tes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Abraço à todos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;--------Ft. Natália Folco--------&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923761231945706605-8596400321557449523?l=reabiliteacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/feeds/8596400321557449523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2010/10/power-balance-auxilio-real-no.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/8596400321557449523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/8596400321557449523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2010/10/power-balance-auxilio-real-no.html' title='POWER BALANCE: Auxílio real no equilíbrio?'/><author><name>Natália Folco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02670955478004003685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_GIKvYbUJI/AAAAAAAAAIM/m9HLplGxrPs/S220/formatura+med+007_editado.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/TL3dMkQMs9I/AAAAAAAAAM0/WdCiUsKv03A/s72-c/power-balance-85381-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923761231945706605.post-4885581745901470812</id><published>2010-07-13T12:45:00.000-07:00</published><updated>2010-10-24T10:07:13.887-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lombalgia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Coluna Lombar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hérnia de Disco'/><title type='text'>DOR LOMBAR: FÁCIL DE TER, DIFÍCIL ESQUECER!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/TDzHrK-CpeI/AAAAAAAAAME/jcZp-91w_r4/s1600/lombalgia1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 242px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493485189978039778" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/TDzHrK-CpeI/AAAAAAAAAME/jcZp-91w_r4/s320/lombalgia1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A dor lombar, também conhecida por lombalgia, afeta a maior parte da população. Já em 1987 (Wadell G, Spine), a dor lombar era tão freqüente, que de certo modo, pôde ser considerada um aspecto normal do ser humano. Mais de 80% de todas as pessoas em países industrializados queixam-se de dores na coluna em alguma fase da vida (DeRosa, Porterfield, 2002), sendo que 60% destas, apresentam recidivas, e relata-se (Fritz, 2005) que até 20% de todas as lesões esportivas afetam a coluna, principalmente na ginástica olímpica, natação, tênis, voleibol, entre outros.&lt;br /&gt;As causas desta afecção são diversas, e podemos dizer que são multifatoriais, ou seja, para uma mesma pessoa, pode existir mais de um fator desencadeante para a dor lombar. Por exemplo, é muito comum seu aparecimento nas mulheres em período pré menstrual (famosa TPM, temida por mulheres e homens), e sua origem neste caso é um reflexo das alterações hormonais e sua influência no aparelho reprodutor feminino. Desta forma, a dor lombar pode aparecer como reflexo de patologias em outros órgãos internos como fígado, rins, intestino, entre outros. Esta relação pode ser verificada com a aparição da dor, como exemplo, se a dor ocorrer após a alimentação, provável relação estomacal. Portanto, deve-se sempre consultar um médico para diagnosticar a origem de seu problema, e evitar a auto-medicação.&lt;br /&gt;Uma das patologias mais conhecidas pela população é a hérnia de disco, acometendo mais de 5 milhões de brasileiros, segundo o IBGE, número considerável, e que acarreta em grande parte dos afastamentos ao trabalho e consultas médicas.&lt;br /&gt;A hérnia de disco ocorre quando há o extravasamento do núcleo pulposo do disco vertebral (material gelatinoso interno do disco), por fraqueza do ânulo fibroso (cama externa do disco), decorrente de uma sobrecarga irregular na coluna. O ser humano tem a tendência à sobrecarga na região lombar, devido à evolução da postura quadrúpede para a bípede (mas isso não significa que, para não ter mais dores nas costas, você precise voltar a andar como nossos antepassados).&lt;br /&gt;Hakelius, já em 1970, demonstrou que 75% dos casos de dor lombar, irradiada para as pernas, melhoram com o tratamento conservador em 10 a 30 dias, ou seja, deve-se tentar inicialmente o tratamento clínico e fisioterapêutico, por 8 semanas em média, previamente ao tratamento cirúrgico, com exceção para alguns casos mais graves de compressão medular.&lt;br /&gt;Quando há uma dor lombar inicial, esta pode ser decorrente de um espasmo muscular de proteção por algum movimento brusco realizado, ou uma sobrecarga mecânica por uma maior atividade da coluna lombar, secundária a uma limitação em uma outra região do corpo. Ou seja, se ocorrer um espasmo muscular na região torácica (região da coluna acima da lombar) – esta região é a principal responsável pela rotação do troco, quem irá substituir esta função de rotação é a região lombar, porém, esta possui apenas 5% de rotação, ou seja, não foi feita para tal função, e sofrerá um estresse muito grande, tanto articular, como ligamentar, muscular, neural, e também acarretará em maior degeneração discal.&lt;br /&gt;Portanto, a região a ser tratada não será necessariamente a lombar, e sim o local que gerou toda essa disfunção, no caso, a região torácica, sendo solucionada com técnicas de mobilização vertebral e estabilização segmentar. Porém, em condições mais crônicas, o corpo gera adaptações para corrigir as disfunções, e torna-se mais difícil de corrigir totalmente o problema, dependendo da alteração.&lt;br /&gt;Outro fator importante, que gera preocupação na população em geral, são os laudos do Raio-X e Ressonância Magnética da coluna, por existirem demasiadas informações, mas que muitas vezes não são o motivo da dor do paciente. Por esse motivo, estes exames são chamados de exames complementares, ou seja, eles complementam o exame físico. O médico não irá basear sua conduta apenas neste material, e sim nas queixas e disfunções do paciente. Existem estudos demonstrando que, grande parte das pessoas possuem alterações nos exames, porém não sentem dores, ou quaisquer alterações.&lt;br /&gt;Portanto, além dos cuidados básicos na hora de carregar peso, cuidados com a qualidade do sono, postura ao se sentar e agachar, entre outras atividades diárias, se faz necessário consultar um médico e, posteriormente, um fisioterapeuta, para o devido tratamento, o mais precoce possível, para evitar a progressão da dor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-------Ft. Natália Folco &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923761231945706605-4885581745901470812?l=reabiliteacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/feeds/4885581745901470812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2010/07/dor-lombar-facil-de-ter-dicicil-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/4885581745901470812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/4885581745901470812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2010/07/dor-lombar-facil-de-ter-dicicil-de.html' title='DOR LOMBAR: FÁCIL DE TER, DIFÍCIL ESQUECER!'/><author><name>Natália Folco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02670955478004003685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_GIKvYbUJI/AAAAAAAAAIM/m9HLplGxrPs/S220/formatura+med+007_editado.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/TDzHrK-CpeI/AAAAAAAAAME/jcZp-91w_r4/s72-c/lombalgia1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923761231945706605.post-823333974674275941</id><published>2010-06-03T16:55:00.001-07:00</published><updated>2010-10-24T10:07:54.993-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Convênios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fisioterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Qualidade'/><title type='text'>UMA BOA FISIOTERAPIA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/TAhDzjQAEDI/AAAAAAAAAKo/v5XvBM2_gcs/s1600/fisioterapia.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 125px; FLOAT: left; HEIGHT: 172px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5478703499610951730" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/TAhDzjQAEDI/AAAAAAAAAKo/v5XvBM2_gcs/s320/fisioterapia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A matéria a seguir foi publicada no Jornal Correio Popular, redigida por um dos melhores ortopedistas do Brasil, que conseguiu sintetizar, de forma simples, a realidade da fisioterapia no nosso país. Por sorte, dos pacientes, principalmente, esta situação tende a mudar, devido ao reconhecimento da verdadeira fisioterapia, que inclui a satisfação do paciente em primeiro plano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"Uma Boa Fisioterapia...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;02/06/2010 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na ortopedia, existe uma relação muito importante com a fisioterapia para uma recuperação e reabilitação de várias patologias e lesões ortopédicas. Mas, por incrível que pareça, muitas pessoas ainda não sabem muito bem a função da fisioterapia para a reabilitação ortopédica. E ainda ouvimos com frequência pessoas que não querem fazer fisioterapia, pois já fizeram alguma vez e aparentemente não “funcionou”. Essa situação é semelhante ao uso de medicamentos, pois se em alguma situação algum medicamento não surtiu efeito, não significa que nenhum remédio funciona.&lt;br /&gt;Existem vários tipos de tratamentos fisioterápicos, assim como existem vários tipos de tratamentos médicos. Os fisioterapeutas também podem se especializar, como por exemplo, em reabilitação ortopédica, pulmonar, infantil, neurológica e assim por diante. Dessa forma, da mesma maneira que alguém com problema pulmonar procura um médico especialista em pulmão, alguém que precisa de uma recuperação de uma lesão ortopédica deve procurar um fisioterapeuta que trabalhe nessa área.&lt;br /&gt;Um fator que atrapalha muito a fisioterapia são as famosas guias de fisioterapia dos convênios. Além de pagar muito pouco por sessão, limitam o número de sessões, geralmente dez, deixando a entender que com dez sessões o paciente deve estar recuperado. Se ainda não estiver bom, terá mais “dez chances” para ficar bom, como se a recuperação fosse algo previsível e exato. Mesmo uma mesma patologia ou cirurgia pode evoluir completamente diferente entre dois pacientes.&lt;br /&gt;Tenho a convicção que uma boa fisioterapia resolve uma boa parte das patologias e lesões ortopédicas, mas quando feita adequadamente por quem entende da área. Ainda ouvimos de paciente relatos de sessões de fisioterapia com luzes coloridas e baldes de água quente, sem nenhum contato do fisioterapeuta com o paciente.&lt;br /&gt;Temos em nossa cidade um ótimo nível na área da fisioterapia, proporcionando excelentes resultados para os pacientes com problemas e lesões ortopédicas.&lt;br /&gt;Carlos Augusto de Mattos é membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e do Comitê Brasileiro de Traumatologia Desportiva, e chefe do Grupo de Medicina Esportiva da PUC-Campinas. "&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: Correio Popular&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923761231945706605-823333974674275941?l=reabiliteacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/feeds/823333974674275941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2010/06/uma-boa-fisioterapia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/823333974674275941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/823333974674275941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2010/06/uma-boa-fisioterapia.html' title='UMA BOA FISIOTERAPIA'/><author><name>Natália Folco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02670955478004003685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_GIKvYbUJI/AAAAAAAAAIM/m9HLplGxrPs/S220/formatura+med+007_editado.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/TAhDzjQAEDI/AAAAAAAAAKo/v5XvBM2_gcs/s72-c/fisioterapia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923761231945706605.post-65839285603540684</id><published>2010-05-17T18:18:00.000-07:00</published><updated>2011-07-01T06:32:08.483-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pés planos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pés chatos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='análise postural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tibial posterior'/><title type='text'>MEU “PÉ CHATO”!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_HzZw9oH-I/AAAAAAAAAJg/HpzWmRiaOMQ/s1600/pe+chato.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472422646197526498" src="http://3.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_HzZw9oH-I/AAAAAAAAAJg/HpzWmRiaOMQ/s320/pe+chato.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 129px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 260px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, popularmente, são chamados os pés planos. Aqueles que têm a fama de “dispensar” os garotos da carreira militar, e que se tornam um incômodo, principalmente às mulheres a partir da meia-idade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os pés planos, geralmente, não ocorrem sozinhos, vêm "mal" acompanhados de outras alterações no equilíbrio do corpo. Ou seja, é muito comum, ao analisarmos a postura de um indivíduo com pés planos, verificar um valgo acentuado nos joelhos (joelhos alinhados mais medialmente, para dentro), e muito comum também, a presença de dor à palpação da região medial da panturrilha (parte de dentro dela), que continua até a região interna do pé, bem atrás do maléolo medial (o osso mais saliente da parte interna do pé). Esta região, é o local do tendão do músculo tibial posterior.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O tendão do músculo tibial posterior (TTP) está suscetível a diversos acometimentos, como uma simples disfunção, insuficiência, tendinites e tendinoses, tenossinovites, lesões traumáticas, ou até rupturas espontâneas, principalmente este último acometendo indivíduos em idade mais avançada (Weinraub, Heilala, 2000; Frey, Shereff, Greenidge, 1990). No entanto, é possível atingir tanto indivíduos sedentários, assim como indivíduos fisicamente ativos ou até atletas de alto nível competitivo (McCormack, Varner, Marymont, 2003; Kettelkamp, Alexander, 1969).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O músculo tibial posterior, apresenta importante papel biomecânico, pois realiza flexão plantar do pé (movimento de abaixar o pé), a inversão da articulação subtalar (pé vira pra dentro), mantendo de forma dinâmica o arco longitudinal medial (ou, seja, auxilia a manter o arco, não deixando-o plano). Além destas, possui outras funções como auxiliar na estabilização medial, e ser sinergista do flexor longo do hálux e flexor longo dos dedos (Kendall, McCreary, Provance, 1995). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A etiologia da disfunção do TTP é de causa multifatorial, envolvendo trauma, disfunções anatômicas, fatores mecânicos, assim como inflamatórios e isquêmicos, porém se mantém desconhecida (Satomi et al, 2008). Yeap et al (2001), sugeriram que a tendência pré-existente do indivíduo a desenvolver pé plano, pode ser por disfunção no TTP, resultando em dor, morbidade e desenvolvimento secundário de osteoartrites (Satomi et al, 2008).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existem estudos histológicos (Frey, Shereff, Greenidge, 1990), que revelam uma área de hipovascularização no tendão, na região sob o maléolo medial, podendo ser considerada como zona crítica, sendo este um fator predisponente a lesões degenerativas. Esta alteração na vascularização poderia ser provocada pela compressão isquêmica do maléolo sobre o tendão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na análise da marcha dos indivíduos com disfunção do TTP, feita por fisioterapeutas, avalia-se a movimentação do pé, juntamente com a postura global, para que se possa traçar o tratamento com base em exercícios de fortalecimento para este músculo, entreoutros que são necessários para corrigir esta disfunção, além de ser feita a correção por meio de bandagens funcionais e palmilhas corretivas. Esta deve ser feita o quanto antes, para evitas deformidades mais rígidas, porém, mesmo já instaladas, é possível reduzir as dores e melhorar a função dos pés.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portanto, seus pés não são tão "chatos" assim, apenas estão pedindo atenção! ;)&lt;br /&gt;- - - - - - &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Matéria publicada no Jornal Voz do Bairro, em julho de 2010, ano 57, nº 1439.&lt;br /&gt;Ft. Natália Folco&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923761231945706605-65839285603540684?l=reabiliteacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/feeds/65839285603540684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2010/05/meu-pe-chato.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/65839285603540684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/65839285603540684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2010/05/meu-pe-chato.html' title='MEU “PÉ CHATO”!'/><author><name>Natália Folco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02670955478004003685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_GIKvYbUJI/AAAAAAAAAIM/m9HLplGxrPs/S220/formatura+med+007_editado.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_HzZw9oH-I/AAAAAAAAAJg/HpzWmRiaOMQ/s72-c/pe+chato.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923761231945706605.post-1058508769891566558</id><published>2010-05-17T11:24:00.000-07:00</published><updated>2010-05-17T18:05:33.781-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='joelho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fisioterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LCA'/><title type='text'>LESÕES DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR: OPERAR OU NÃO OPERAR?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_Hn0GeZEfI/AAAAAAAAAJM/MwzP0jufVSQ/s1600/Imagem1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472409904509161970" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 241px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_Hn0GeZEfI/AAAAAAAAAJM/MwzP0jufVSQ/s320/Imagem1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A lesão do Ligamento Cruzado Anterior (LCA), é uma das lesões do joelho mais comuns, principalmente no âmbito esportivo ou mesmo entre os praticantes de atividade física, em nível amador. Apresenta-se em maior incidência entre as mulheres, supostamente devido a fatores anatômicos e hormonais característicos do gênero.&lt;br /&gt;Esta lesão pode ser ocasionada por mecanismo de contato direto ou indireto, sendo esta última a forma mais comum de lesão, quando o indivíduo fixa o pé ao solo, girando sua perna e tronco para dentro (entorse) ou em acelerações e desacelerações bruscas, comuns ao futebol e outros esportes, bastante praticados no Brasil.&lt;br /&gt;Este ligamento em questão tem como função principal, evitar a anteriorização da tíbia com relação ao fêmur, mas também participa como estabilizador das rotações do joelho, e auxilia em menor grau na angulação varo/valgo do joelho quando em extensão.&lt;br /&gt;Atualmente, quando o indivíduo sofre uma ruptura total do LCA, o tratamento cirúrgico é o mais indicado, com o objetivo principal de restaurar a anatomia e a estabilidade mais próxima possível da anterior à lesão, necessitando de reabilitação fisioterapêutica por aproximadamente seis meses após a cirurgia, com o retorno gradual às atividades esportivas. Segundo Mello et al, indica-se a intervenção cirúrgica quando a instabilidade articular (falseios, riscos de novos entorses, etc) causa incapacidade e limitações funcionais (impossibilidade da prática laboral ou esportiva) ou quando estas podem levar à deterioração das superfícies articulares (artrose no joelho).&lt;br /&gt;Existem diversos estudos que associam as lesões do LCA tratadas conservadoramente (não-cirúrgico), com o surgimento de futura artrose, porém também existem autores que buscam maneiras de identificar quais pacientes são capazes de realizar tratamento conservador sem que comprometa a estabilidade e função do joelho.&lt;br /&gt;Esta escolha envolve questões relacionadas ao nível de atividade física do paciente, estabilidade da articulação do joelho, tempo de lesão, número de falseios no joelho, entre outras questões que ainda não estão bem definidas. Há muita variação entre os bons resultados do tratamento conservador desta lesão ligamentar, porém, as pesquisas estão evoluindo cada vez mais para definir exatamente quais pacientes deverão receber tratamento cirúrgico e quais têm a possibilidade de voltar às atividades laborais e esportivas sem a necessidade de cirurgia.&lt;br /&gt;O que já se sabe é que os pacientes que realizam fisioterapia pré-operatória alcançam melhores resultados funcionais do joelho, tanto antes quanto após a realização da cirurgia de reconstrução do LCA.&lt;br /&gt;Mas, enquanto todas as questões a respeito das indicações cirúrgicas não forem solucionadas, devem-se consultar ortopedistas e fisioterapeutas de confiança para verificar a melhor opção para cada paciente.&lt;br /&gt;- - - - - - - - - -&lt;br /&gt;Ft. Natália Folco&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923761231945706605-1058508769891566558?l=reabiliteacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/feeds/1058508769891566558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2010/05/lesoes-do-ligamento-cruzado-anterior.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/1058508769891566558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923761231945706605/posts/default/1058508769891566558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reabiliteacao.blogspot.com/2010/05/lesoes-do-ligamento-cruzado-anterior.html' title='LESÕES DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR: OPERAR OU NÃO OPERAR?'/><author><name>Natália Folco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02670955478004003685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_GIKvYbUJI/AAAAAAAAAIM/m9HLplGxrPs/S220/formatura+med+007_editado.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_FFhzNgLAZMo/S_Hn0GeZEfI/AAAAAAAAAJM/MwzP0jufVSQ/s72-c/Imagem1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
